Gatilhos Emocionais: o que são e como lidar com eles?

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Você já deve ter visto na internet a palavra “gatilho” sendo usada em tom de brincadeira, porém, é importante termos conhecimento sobre o que eles são e como podem nos afetar!

Você já evitou passar por algum lugar porque ele lhe trazia uma sensação ruim? Ou silenciou alguém ou alguma página nas redes sociais pois o conteúdo não lhe fazia bem? Por que isso acontece? A seguir, vamos explicar o que são os gatilhos e como lidar com eles!

O que são gatilhos emocionais?

Gatilhos mentais ou emocionais nada mais são do que pensamentos ou ações que têm o poder de desencadear outros tipos de sentimentos, sejam eles bons ou ruins. Um exemplo clássico é o dos fumantes que, geralmente, costumam tomar café antes de acenderem um cigarro. Caso ele sinta o aroma da bebida em determinado lugar, automaticamente terá vontade de fumar; e este é um forte gatilho.

E como um gatilho pode nos afetar?

Também podendo ser encarado como um “disparo de traumas”, um gatilho pode facilmente alterar o estado de humor da pessoa, de modo a prejudicar suas interações sociais, decisões e sentimentos. Ou seja, ele precipita e desencadeia sensações em pessoas sensíveis àquela determinada ação/situação, podendo trazer, portanto, sensações como desamparo, angústia, medo, tristeza, raiva ou até crises de ansiedade ou de pânico!

O apoio psicológico é fundamental quando se trata de tratar as feridas e sentimentos do passado que possam trazer os gatilhos à tona

Pra identificar essa sensação, é importante ter ciência de que, embora seus sentidos sejam capazes de percebê-la, nem sempre é possível notá-lo de uma maneira consciente. Por exemplo: você sente o cheiro de um perfume na rua e se incomoda com a nostalgia que veio à mente, mas não sabe certamente o que lhe causa isso; se foi uma situação vivida, se uma pessoa que te magoou costumava usá-lo, ou só se estava tendo um dia ruim…

Por isso, é muito importante que aprendamos a nos auto observar: o autoconhecimento é a peça-chave para que possamos nos atentar, refletir e a estabelecermos relações construtivas com nosso presente e nosso passado, de modo a trabalhar as nossas vulnerabilidades mais íntimas.
Para algumas pessoas, cenas de violência, ouvir gritos ou alguém chorando, assim como permanecer no escuro podem ser fatores que desencadeiam gatilhos emocionais. Palavras, gestos e cheiros também têm esse “poder”.
Uma dica importante é ter consciência de que o gatilho, após ser identificado, precisa ser aprofundado, e não ignorado; nossas feridas internas emocionais precisam ser olhadas e curadas!
Portanto, busque suporte psicológico ao perceber que essa marca profunda está lhe ferindo. Esse, sem dúvida, é um dos caminhos mais certeiros e importantes no seu processo de cura e evolução pessoal!

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