O papel do Vínculo Afetivo Sexual dentro de uma relação

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Na grande maioria dos casos, um relacionamento surge do pilar afetivo sexual. Algo no outro nos interessa, nos atrai, nos envolve. Algo nos move a iniciar uma relação; entenda!

O que te chama atenção, logo de cara, em alguém? A gente tem a tendência de supervalorizar o interesse sexual em uma determinada pessoa como o mais importante, mas os demais focos de interesses também podem manter relacionamentos muito saudáveis, sabia?

Segundo o autor Victor Dias, o interesse no outro pode ser de 3 maneiras: a primeira Erotizado (sexual, químico, físico); a segunda, Afetivo (interesse no jeito de ser, de viver, de compartilhar, as afinidades) e a terceira, Intelectual (foco na forma de ver a vida, de pensar e de planejar).

Mas, colocando na prática, fica bem mais simples. Será que você se identifica com algum deles?

No início dos relacionamentos…

… A atração erotizada é enorme! No estado da paixão, a pessoa amada tende a ser vista como perfeita, e isso acaba nos movendo a começar essa relação. Porém, o melhor antídoto da paixão é a convivência, ou seja, quando o desejo e a atração espontânea diminuem, devendo este pilar ser ressignificado.

Mas como fazer isso?

Ressignificar o pilar sexual significa aceitar que o instinto e a espontaneidade diminuem, mas que, nem por isso, a sexualidade deixará de existir, desde que seja cuidada. Uma sexualidade mais programada e mais rotineira pode vir, e está tudo bem que seja assim!

“Vejo pessoas tão amigas que não podem ser amantes, vejo amantes tão aferrados à ideia de que o sexo tem que ser espontâneo que nunca transam. Vejo casais que acham que seduzir dá muito trabalho, um trabalho que eles não deveriam precisar ter, já que estão casados. Vejo outros que acreditam que intimidade significa total transparência entre as partes. Eles abdicam de qualquer noção de individualidade, depois ficam se perguntando para onde foi o mistério.” (Esther Perel).

Os comportamentos “contra sexuais”

Com o passar do tempo, não só a espontaneidade sexual diminui, mas também passamos a adotar ações não estimulantes, que nos afastam do erotismo e da excitação sexual, as quais Helen Kaplan chamou de comportamentos contra sexuais.

Como exemplos, a autora cita: o foco seletivo nos aspectos negativos do parceiro, com negação simultânea das qualidades positivas; que são usados como esquiva ou justificativa para a inapetência; a evitação ou bloqueio da estimulação erótica, tanto física como psicológica, muitas vezes impedindo o toque; a supressão da fantasia, como forma de bloquear a estimulação; a adoção de comportamentos não atraentes, dentre outros! 

É preciso cuidado e planejamento!

Cuidar do pilar sexual significa olhar para a habituação e se adaptar, mas ao mesmo tempo intencionalmente agir e planejar. O cuidado exige um comportamento afetivo, um movimento consciente e intencional.

O casal poderá ter na maioria do tempo rotina, mas também é importante querer ser interessante para o outro, manter a intimidade, trabalhar a qualidade do contato sexual, trazer algo novo ou mistério… 

Além disso, há que se lembrar que o pilar afetivo sexual não envolve apenas sexualidade, mas sim o interesse no parceiro em geral, as afinidades, a forma de compartilhar a vida, as alegrias, o viver, o pensar, o curtir… Sendo ainda mais necessária a intenção, intenção de cuidar das afinidades, cuidar de si, cuidar do outro e do relacionamento como um todo!

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