Sabia que 40% dos brasileiros desenvolveram depressão ou sentiram tristeza durante a pandemia?

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Veja os dados da pesquisa e confira dicas de autocuidado para passar melhor por essa situação!

Se você tem se sentido com mais cansaço, indisposição ou tristeza nos últimos meses, saiba que não está sozinho (a) nessa! Um estudo recente divulgado pela FCM-Unicamp (Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas), no evento “Depressão, Saúde Mental e Pandemia”, revelou alguns motivos que podem esclarecer essas sensações e comportamentos. Vem ver!

Dados impactantes deste estudo

Os dados foram extraídos da pesquisa “ConVid Comportamentos”, realizada em parceria pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). Para o estudo, 45.161 brasileiros foram entrevistados em todo o país e, um dos fatores que geraram preocupação, foi o de cerca de 62.1% dessas pessoas terem ficado sem renda ou tiveram seus salários diminuídos, o que resultou em níveis maiores de estresse e preocupação. Afinal, como ficar bem ou tranquilo tendo que abrir mão de coisas antes essenciais, ou ver as contas vencendo sem conseguir pagá-las?

Além disso, 34% dos entrevistados que são fumantes disseram que elevaram a quantia de cigarros consumidos diariamente, e 17,6% das pessoas aumentaram o consumo de álcool.

E o sedentarismo também aumentou: foi revelado ainda que, enquanto o percentual das pessoas que afirmavam praticar exercícios físicos todas as semanas caiu de 30,4% para 12,6%, aconteceu um aumento médio diário de 1 hora e 45 minutos de consumo de programas de tevê, assim como 1 hora e 30 minutos a mais de uso de computador e tablet durante a pandemia!

Jovens em risco

Um dado que assustou bastante foi o de que o suicídio é a terceira causa de morte na faixa etária dos 15 aos 19 anos. Além disso, o Brasil apresenta um número estimado de 10,3 milhões de pessoas com depressão menores de 19 anos! Dentre os favores de risco apresentados, exposição ao estresse vivido pelos pais; conflitos familiares e violência; insegurança alimentar e em relação à moradia; medo da infecção e preocupação com familiares; afastamento da rede de amigos e apoio social; sentimento de solidão, incerteza e insegurança; afastamento da escola e interrupção do aprendizado; falta de acesso a serviços de saúde e sociais; inatividade física; alterações de hábito de sono e alimentação; exposição sem monitoramento à internet; escassez de atividades de lazer.

Cuide-se ao máximo!

Já falamos aqui no blog sobre dicas de autocuidado para preservar a saúde emocional. E um desses cuidados é o Autocuidado Emocional, que nada mais é do que nos conectarmos às nossas próprias emoções. Um exemplo? Não rejeitar sensações de tristeza, mágoa ou raiva, mas sim, se permitir senti-los, aceitando-os. Assim, seguir adiante se torna uma tarefa menos árdua. Portanto, permita-se chorar! Reserve um tempo diário (mesmo que 10 minutos) para refletir um pouco sobre você e reconhecer aquilo que não “funciona” mais. Pratique meditação, faça um diário de gratidão (já explicamos por aqui como funciona) e aceite cada uma de suas emoções sem julgá-las. Essas são apenas algumas maneiras de praticar o autocuidado emocional! Clique aqui para conferir os demais cuidados e fortaleça seu bem-estar emocional!

Fonte: Coluna viva bem – Portal UOL / Agência FAPESP (conteúdo original)

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